sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
A minha estrela é linda!
A noite instalou-se
Fervilham almas num constante murmurar
Com um rumo definido
Todas anseiam o calor, o aconchego,
A calma o amor
A noite está viva
As estrelas brilham
A lua espreita
A esperança agita-se
Eu sou parte da noite
À espera do teu dia
Dou mil voltas nesta noite
Em que não te tenho
Mas em que tu me tens
Aqueces-me o dia
Para eu suportar a noite
Absorvo os teus raios de sol
Que inebriam e ofuscam os meus sentidos
Amar-te!
Como é fácil amar-te
Mas soluço tanto só por te amarAmar-te sob o luar
Onde o crepúsculo incide sobre os teus cabelos
Que brilham e ofuscam o sol
Amar-te por palavras
E sonhar beijar-te
Sentir a tua mão frágil na minha
E não conseguir tocar-te
Amar-te
A ti
Que controlas a minha alma
E os meus sonhos
Amar-te não sei se mereço
Amo a melodia
Que faz eco no meu íntimo
Cada nota é o som da tua voz
O teu olhar tem nuances de cristal
Que me toma e faz peregrino
Em busca do teu amor
Como é fácil amar-te
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Quando partes eu temo a noite!
Tão longe mas aqui tão perto
Trago no peito este sol que brilha intensamenteSol que és tu
Orvalho da manhã
O teu calor incide sobre mim
Entranhaste o teu ser nas minhas veias
O teu brilho é doce e intenso, abraça-me
O teu odor é inesquecível
O teu toque suave e terno
E o frio
Que se instala em mim
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Cansado!
Estou cansado de ser homem durante o dia
E à noite chorar como uma criança abraçado a uma imagem
Estou cansado de não conseguir fazer milagres
E trazer-te para este quarto frio e despovoado
Estou cansado de viajar pelas ruas da saudade
Percorrer sozinho planícies sem te ouvir
Estou cansado de não te sentir
Sinto-me um náufrago perdido sem saber o rumo a seguir
Estou cansado de estar onde nasce o vento
Onde o sol se faz ao mar
Estou cansado de ser só um nome
Que sonha mas não alcança a margem
Estou cansado desta espuma que se extingue
Neste trilho que é a vida
Estou cansado de ter ambição
De ter o que não tenho
Estou cansado
Mas deixarei o meu nome gravado entre duas datas
A minha alma flutuará
Embalada pela calma e pelo tempo
Estou cansado de estar a meio da vida
No poente onde cai a noite
Estou cansado de não sorrir
E de nem saber quem sou
E à noite chorar como uma criança abraçado a uma imagem
Estou cansado de não conseguir fazer milagres
E trazer-te para este quarto frio e despovoado
Estou cansado de viajar pelas ruas da saudade
Percorrer sozinho planícies sem te ouvir
Estou cansado de não te sentir
Sinto-me um náufrago perdido sem saber o rumo a seguir
Estou cansado de estar onde nasce o vento
Onde o sol se faz ao mar
Estou cansado de ser só um nome
Que sonha mas não alcança a margem
Estou cansado desta espuma que se extingue
Neste trilho que é a vida
Estou cansado de ter ambição
De ter o que não tenho
Estou cansado
Mas deixarei o meu nome gravado entre duas datas
A minha alma flutuará
Embalada pela calma e pelo tempo
Estou cansado de estar a meio da vida
No poente onde cai a noite
Estou cansado de não sorrir
E de nem saber quem sou
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Sem ti nada faz sentido!
Sem ti eu não existo
Os meus caminhos são ermos e sinuososMas todos me levam na direcção
Do meu grande amor
Amar-te é sonhar contigo dia e noite
É tocar-te sem te sentir
É chorar só por te ver sorrir
É imaginar o teu dormir
Nada tenho nas mãos para te oferecer
Mas as minhas lágrimas brilham por ti
Os meus pés percorrerão todas as distâncias até te encontrar
O meu colo será o teu trono
Os meus braços serão a tua almofada
O meu corpo o teu agasalho
A minha vida em troca do teu abraço
O meu coração já não me pertence, é teu
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Lê-me nas palavras!
Aqui neste espaço vazio vou espalhando palavras
Que trago carregadas no meu regaço
Cada uma transporta um sentimento
Contido no meu peito
Palavras soltas nada dizem
Mas juntas dizem que te amo
Palavras transformam-se em actos
Em momentos sonhados e desejados
Através das palavras movem-se montanhas
Percorrem-se distâncias
É por palavras que descrevo o que sinto
Mesmo que não ouça o som delas
Mas sinto mesmo as que calo
Aqui neste espaço exíguo
Onde abraço e sinto o teu respirar
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Quando se ama nada mais importa
Quando se ama a cegueira apodera-se dos nossos sentidos
Quando se ama nada nos faz fraquejar
Quando se ama entregamos o coração a esse amor sem medo nem receio
Quando se ama o tempo não passa e a distância mata
Quando se ama não existem fronteiras nem barreiras
Quando se ama a ausência é dolorosa
Quando se ama deseja-se o abraço, o carinho, o colo
Quando se ama saltamos barreiras e nada nos detém
Quando se ama também se morre por ele
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
O silêncio!
O silêncio brota do fundo do silêncio
Agudo, acutilante num sobe e desce constante
Qual lamina de uma espada
Mutilando a minha esperança
É no silêncio que recordo momentos sonhados
No silêncio sufoco o grito
Que se desvanece na garganta dorida
É no silêncio que as lágrimas humedecem a tristeza
E o choro vibra na noite
No silêncio sonho e sou criança
Onde um sorriso teu é como um pedaço de pão
Que se dá a quem tem fome
No silêncio sinto-me um sem abrigo
Porque me deixei invadir por este silêncio?
Mas é do silêncio que me voltarei a erguer
E a sonhar com o ruído do amor.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Chega o fim do dia
A noite chega reflectindo-se nos meus olhos
Triste e escura
A noite é tão previsível
Sem a noite não veria as estrelas, o luar
É na noite que vivo o sonho, o choro, a saudade
É na noite que preciso da tua voz
Do teu reflexo em mim
Porque tem que ser tão escura a noite?
Só o meu sonho me ilumina
Quando nascerá o dia para mim?
Mas ficarei eternamente na noite para te ver brilhar
Não quero que o dia me cegue e impeça que te veja
Não vou a lugar nenhum
Jamais andarei por caminhos de alma perdida
Caminhos escuros, sem o brilho das estrelas
Que são os teus olhos
Não quero saber se dói amar-te
Mesmo que morra de tanta dor
Talvez um dia acorde e não me lembre de mim
Não reconheça o reflexo do que fui
Mas deixarei os meus passos marcados
Se me quiseres encontrar
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Quem és tu?
Que falas comigo através do mar
Que me enfeitiças com o olhar
Que me faz sonhar e correr até aqui
Quem és tu que me faz ter saudades
Sentir o vazio da ausência
Quem és tu que me toca com palavras
Quando eu não sei que dizer
E me sinto uma alma perdida
Quem és tu que um dia me sorriu
E me diz não está frio só um pouco fresco
Aquece-te no calor do meu abraço
Quem és tu que me faz sentir bem aqui
Quem és tu
Um sonho?
Que falas comigo através do mar
Que me enfeitiças com o olhar
Que me faz sonhar e correr até aqui
Quem és tu que me faz ter saudades
Sentir o vazio da ausência
Quem és tu que me toca com palavras
Quando eu não sei que dizer
E me sinto uma alma perdida
Quem és tu que um dia me sorriu
E me diz não está frio só um pouco fresco
Aquece-te no calor do meu abraço
Quem és tu que me faz sentir bem aqui
Quem és tu
Um sonho?
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Sentado de olhar vazio a um canto da vida
Um vazio que se instala-se ao meu redor
Só consigo abraçar-te na minha imaginação
Sinto o meu mundo desabar
Se eu pudesse bater no mundo que me arrasa
Dou passos e passos e não vou a lugar nenhum
Que faço eu aqui
Sou uma alma perdida
Que faço eu aqui?
Sim grito bem alto
Que faço eu aqui!
Um vazio que se instala-se ao meu redor
Só consigo abraçar-te na minha imaginação
Sinto o meu mundo desabar
Se eu pudesse bater no mundo que me arrasa
Dou passos e passos e não vou a lugar nenhum
Que faço eu aqui
Sou uma alma perdida
Que faço eu aqui?
Sim grito bem alto
Que faço eu aqui!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Hoje choro através da chuva!
Hoje sinto-me com vontade de acompanhar a chuva
Servir-me dela para afogar sentimentos que me sufocam
Queria tocar-te com a palma da mão
Como me toca a chuva
Queria abrigar-me no teu colo mas estás ausente
Só esta chuva gelada me faz companhia
Eu sei é inverno
Dias negros escuros
Frios, feios, onde nada faz sentido
Nem o frio
É preciso alimentar a chama!
Como nada é efémero
A chama que arde precisa de alimento
As vezes distraímo-nos
E a chama procura alimento noutra direcção
A chama não é efémera
Muitas vezes acaba mesmo por se apagar
Porque lhe atiramos água
Então a chama contorce-se em espasmos de dor
Lança fumo como sinal de aviso
Quantas vezes nos desleixamos na vida
Dando como certa que a nossa chama não se apagará
Tantas vezes tentamos alimentar a chama de outros
Deixando a nossa apagar
Então sentimos falta do seu calor e morremos de frio
Sozinhos num quarto vazio escuro e triste
Onde o espelho nos mostra a solidão
E nos faz sentir isolados
Desanimados e sem história
Porque um dia por capricho
Deixamos apagar a chama
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Serás sempre o meu espelho!
Serás sempre o meu espelho!
O mar é o espelho do céu
Tu és o meu espelho
Quero ver-me nos teus olhos
Ver os teus lábios dizer amo-te
Quero ser também o teu espelho
Onde vejas e sintas paz, felicidade, verdade
Amor como jamais sentiste
Que precises de dois braços para o abraçar
Não tenhas receio juntos venceremos
Jamais o nosso espelho ficará vazio
Através dele veremos nascer o sol
Quando a noite chegar
Iluminaremos a nossa noite com o nosso amor
Juntos seremos calor e nunca o frio
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Tento transmitir o que sinto por ti ... ....
Dou por mim a pensar
E nada consigo dizer
Porque o que sinto por ti é tão forte e tão especial
Que não existem palavras para o descrever
Olha-me bem nos olhos
Lê-me os pensamentos
Põe a mão no meu peito
E sente o bater do meu coração
Entrega-te a mim
Deixa-te levar
Perde-te nos meus braços
Deixa que te leve à loucura
Que te faça esquecer o mundo
Vive comigo cada momento
De loucura e paixão
Sem receio sem medo
Vive simplesmente o amor
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Eu sonho!
O sonho não é uma quimera
Não é ilusão
O sonho não é uma utopia
Não é ilusão
O sonho não é uma utopia
Do sonho tudo nasce e se transforma
Mas o sonho tem duas metades
Que se unem como um desejo
De sentir essa outra metade
Senti-la, ama-la, eternamente
O meu sonho é lindo
Tem o calor do sol
O azul do mar
O brilho do amor
O meu sonho tem beijos
Desperta desejos sentidos
Cheiros nunca vividos
Pelo meu sonho eu vivo
Corro e transpiro
Pelo sonho sei que sofro
Não é fácil amar um sonho
É preciso amar, amar, amar
Pelo meu sonho estarei à espera
Mesmo sabendo que poderei não viver o sonho
Mas o sonho tem duas metades
Que se unem como um desejo
De sentir essa outra metade
Senti-la, ama-la, eternamente
O meu sonho é lindo
Tem o calor do sol
O azul do mar
O brilho do amor
O meu sonho tem beijos
Desperta desejos sentidos
Cheiros nunca vividos
Pelo meu sonho eu vivo
Corro e transpiro
Pelo sonho sei que sofro
Não é fácil amar um sonho
É preciso amar, amar, amar
Pelo meu sonho estarei à espera
Mesmo sabendo que poderei não viver o sonho
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Há dias em que não temos ninguém para abraçar!
Há dias que mesmo estando sol continuam negros
Há dias que amar dói tanto
As vezes este sentimento torna-nos infelizes
Amar não é só felicidade
Há dias que precisamos tanto do colo de quem amamos
No entanto esse colo nem sempre está disponível as vezes está ocupado
Há quem viva por um amor
Mas também por causa dele nos temos que tornar frios
E talvez calar o quanto se ama
Há dias que amar dói tanto
As vezes este sentimento torna-nos infelizes
Amar não é só felicidade
Há dias que precisamos tanto do colo de quem amamos
No entanto esse colo nem sempre está disponível as vezes está ocupado
Há quem viva por um amor
Mas também por causa dele nos temos que tornar frios
E talvez calar o quanto se ama
Como precisei de ti!
Abri os olhos
Queria ver-te
Mas tu não estavas
Só vi morcegos
Na noite escura
Um grupo de hienas
Que sugavam o meu sangue
Adormeci, não vi anjos
Só tu ocupavas o meu ser
O teu nome tive que calar
Como chorei e chamei por ti no meu íntimo
Mas não vieste
Não tenho fome
Nem sede
Nem sono
Mas receio de te perder
Este tempo não passa
Sinto-me prisioneiro com vontade de fugir
Correr ao teu encontro
Abraçar-te, pedir desculpa por te querer tanto
Queria ver-te
Mas tu não estavas
Só vi morcegos
Na noite escura
Um grupo de hienas
Que sugavam o meu sangue
Adormeci, não vi anjos
Só tu ocupavas o meu ser
O teu nome tive que calar
Como chorei e chamei por ti no meu íntimo
Mas não vieste
Não tenho fome
Nem sede
Nem sono
Mas receio de te perder
Este tempo não passa
Sinto-me prisioneiro com vontade de fugir
Correr ao teu encontro
Abraçar-te, pedir desculpa por te querer tanto
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Nasci para te amar!
Fecho os olhos, nada vejo
Um vazio invade a minha alma
Cansada pela vida
Sinto uma dor imensa
Não há dor maior do que perder um grande amor
.
Choro pelas feridas que estão abertas no meu peito
Não te culpo, fui eu que nasci para te amar
Se te magoei com este jeito de amar
Aqui me vergo pela dor que te causei
Um vazio invade a minha alma
Cansada pela vida
Sinto uma dor imensa
Não há dor maior do que perder um grande amor
.
Choro pelas feridas que estão abertas no meu peito
Não te culpo, fui eu que nasci para te amar
Se te magoei com este jeito de amar
Aqui me vergo pela dor que te causei
Dói imaginar teus olhos rasos de lágrimas
Amo-te mas sinto a minha alma despida
No silêncio guardarei as provações
Não te posso perder
Tu és o pulsar do meu coração
Nasci para te amar
E pelo teu amor morrerei
Meu amor
Meu mar
Amo-te mas sinto a minha alma despida
No silêncio guardarei as provações
Não te posso perder
Tu és o pulsar do meu coração
Nasci para te amar
E pelo teu amor morrerei
Meu amor
Meu mar
domingo, 3 de janeiro de 2010
Sou um simples mortal
Que ama e sofre por esse sentimento
Não sou anjo
Também sangro
Tomaste conta do meu coração
Guarda-o com todo o teu amor
É teu
Sinto-te no silêncio das palavras
Mas vou morrer com a ausência
Coisas banais é certo
São como lanças que me espetam e fazem querer desistir
Um dia deixarei para ti uma mensagem final
Nesse dia terás a certeza da dimensão
Do que te ofereço
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