quinta-feira, 7 de janeiro de 2010






Eu sonho!

O sonho não é uma quimera
Não é ilusão
O sonho não é uma utopia
Do sonho tudo nasce e se transforma
Mas o sonho tem  duas metades
 Que se unem como um desejo
De sentir essa outra metade
Senti-la, ama-la, eternamente
O meu sonho é lindo
Tem o calor do sol
O azul do mar
O brilho do amor
O meu sonho tem beijos
Desperta desejos sentidos
Cheiros nunca vividos
Pelo meu sonho eu vivo
Corro e transpiro
Pelo sonho sei que sofro
Não é fácil amar um sonho
É preciso amar, amar, amar
Pelo meu sonho estarei à espera
Mesmo sabendo que poderei não viver o sonho


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010







Há dias em que não temos ninguém para abraçar!




Há dias que mesmo estando sol continuam negros

Há dias que amar dói tanto

As vezes este sentimento torna-nos infelizes

Amar não é só felicidade

Há dias que precisamos tanto do colo de quem amamos

No entanto esse colo nem sempre está disponível as vezes está ocupado

Há quem viva por um amor

Mas também por causa dele nos temos que tornar frios

E talvez calar o quanto se ama








Como precisei de ti!


Abri os olhos

Queria ver-te

Mas tu não estavas

Só vi morcegos

Na noite escura

Um grupo de hienas

Que sugavam o meu sangue

Adormeci, não vi anjos

Só tu ocupavas o meu ser

O teu nome tive que calar

Como chorei e chamei por ti no meu íntimo

Mas não vieste

Não tenho fome

Nem sede

Nem sono

Mas receio de te perder

Este tempo não passa

Sinto-me prisioneiro com vontade de fugir

Correr ao teu encontro

Abraçar-te, pedir desculpa por te querer tanto




segunda-feira, 4 de janeiro de 2010




Sinto-me perdido, destroçado

Palavras ditas que fazem doer

Sentidas como lanças que me desfazem

Conseguiste apertar o meu coração

Amanhã os teus beijos me darão paz

Mas hoje quero morrer

Morrer morrer



 
 
 
 


 
Nasci para te amar!
 
 
Fecho os olhos, nada vejo

Um vazio invade a minha alma

Cansada pela vida

Sinto uma dor imensa

Não há dor maior do que perder um grande amor
.
Choro pelas feridas que estão abertas no meu peito

Não te culpo, fui eu que nasci para te amar

Se te magoei com este jeito de amar

Aqui me vergo pela dor que te causei

Dói imaginar teus olhos rasos de lágrimas

Amo-te mas sinto a minha alma despida

No silêncio guardarei as provações

Não te posso perder

Tu és o pulsar do meu coração

Nasci para te amar

E pelo teu amor morrerei

Meu amor

Meu mar



domingo, 3 de janeiro de 2010










Sou um simples mortal

Que ama e sofre por esse sentimento

Não sou anjo

Também sangro

Tomaste conta do meu coração

Guarda-o com todo o teu amor

É teu

Sinto-te no silêncio das palavras

Mas vou morrer com a ausência

Coisas banais é certo

São como lanças que me espetam e fazem querer desistir

Um dia deixarei para ti uma mensagem final

Nesse dia terás a certeza da dimensão

Do que te ofereço


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009





Porque é injusto o amor

Esta sensação de abandono que consome a alma

Como queria que o teu tempo fosse só meu

É pedir de mais eu sei

Mas os meus olhos estão cegos de amor

Será demais o amor que sinto também

Talvez um dia sintas o que sinto

Então talvez me perguntes

Porque é que o teu tempo não é só meu.



Jamais existirá ponte!





Ondas que batem fortes irregulares

Neste mar salgado

Intenso, provocador, forte

Numa tensão de prazer simultâneo

Que se alimenta a si próprio

Se consome e renova a cada movimento

Aqui todos os movimentos são diferentes

Tão diferentes da vida

Onde os movimentos nos levam sempre

Para o mesmo lugar

Aqui é possível fazer a travessia

Senão ousarmos fazê-la

Ficaremos eternamente separados pela margem

Jamais existirá ponte que nos ligue ao amor


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009






Amar-te é uma fusão una!



De olhos fechados entrego-me

Ao cheiro da tua pele, ao teu cheiro

Ao doce aroma da tua saliva

Vou degustando esta sensação de ti

Sinto o toque da tua pele na minha

Originado o latejar de dois corações que se beijam

Amar-te é uma fusão una

Completa de corpo e alma

Quero ficar contigo

Trocar cheiros, vontades, desejos, sonhos, amor

Deito-me sozinho mas acordo abraçado a ti

Sinto o teu rosto no meu pescoço

Jamais irei reprimir o meu amor

Quero tocar-te e amar-te demais

Tu não és o que tens

És o que és

O meu amor

A razão do sonho

Que me transcende e apaixona

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Eu sou chuva, tu és vento!





 Não posso controlar as palavras

São elas que transmitem o momento

O sonho, a saudade, o amor, o frio a chuva

Chuva que cai intensa

Beijando cada ínfima parte do meu ser

Cada gota transporta uma carícia em forma de abraço

Chuva que traz companhia porque tem medo

Traz o vento que sopra e açoita os meus olhos

Chuva que se encontra frente a frente com o vento

Saboreiam cada momento

Corpo a corpo

Onde cada um bebe e se funde no outro

O meu corpo é tomado por uma sensação de leveza

Chuva e vento desejam o meu corpo

Tocam-me com fluidos carinhosos que me envolvem

Saboreio esta sensação de prazer

Hipnotizado por esta tempestade

Entrego a minha alma e  o meu pensamento a este momento

Onde tu me acompanhas húmida

Eu molhado

sábado, 19 de dezembro de 2009

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009




Sol e mar!

Vou lutar
 
Vou vencer

Vou calar o silêncio

Vou esperar até ser dia

Vou esperar pelo meu sol

Vou perder-me nos teus cabelos

Vou sentir o teu abraço

Vou ver o brilho dos teus olhos

Vou beijar o teu beijo

Vou esperar pela tua voz

Vou pular de alegria contigo

Vou amar-te
 
Vou encontrar-te aqui onde jamais estarás sozinha


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009



Sinto-me perdido no escuro!


 Hoje não me encontro

Sinto-me perdido, vencido

Queria estar onde estás

Consigo imaginar o teu abraço

Mas não te sinto

Queria vencer o meu medo

Mas sinto frio

Aconchego-me em mim

Mas não me aqueço

Preciso das brasas que são as tuas mãos

Da chama do teu coração

Preciso do teu beijo para vencer este gelo

Faz de mim a tua vida, a tua coragem

Não me chames em vão

Chama por mim num sussurro de encanto

Por ti derramarei muito mais do que palavras

Quem me salva deste grito mudo

Destas dores moribundas 

Que da minha alma fazem calçada



quarta-feira, 16 de dezembro de 2009





Um dia serei mar para te beijar os pés!


Palavras ditas, escritas, sofridas

Quem as ouve, só o mar


Onde passo tantas noites


Tanto silêncio e escuridão


Só este murmurar, este vaivém constante


De vida é certo, mas local de tanta dor também


Aqui vou ficar eu sei


É o meu destino


Irei ficar dia e noite


Neste mar calmo, como eu


Mas aterrador sempre que choro


Como preciso de sentir que irás ter força


Que terás coragem para me acolher


Prometo que aqui ficarei eternamente 


Em silêncio


Na espuma verás as minhas lágrimas


Como estou cansado


No entanto só vêem o sorriso


Quem vê que estou ferido


Ninguém nota como o meu corpo tem regredido


Só este mar me vê, me atrai e me chama


Ele que me convida a ficar


Mas a esperança não me deixa ficar


Talvez um dia se ela partir sozinha


Então aceitarei o convite


E me tornarei mar


Mar onde irás para eu te beijar os pés

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Hoje sinto-me assim!






Hoje sinto-me despedaçado

Por um músculo tão pequeno

Mas que me magoa tanto

Sinto-me sem forças

Sei que ele só vai parar quando verter todo o sangue

Será por ti que ele viverá e morrerá

Porque tem que ser assim?






Ter - 15-12-2009 - 17:10

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O meu amor brilha mais do que o sol!






O meu amor brilha mais do que o sol!

Rir contigo é um sonho

Amar-te a minha vida

Quero o sol que és


Unir nossos sonhos


Envolver-te nos meus braços


Limparemos nossos olhos desta mágoa


Mar sinto o teu aroma


Encontro-me nas tuas àguas


Une o teu amor ao meu


Amarte-ei eternamente


Morrerei por ti


Onde se junta o sol e o mar


Rumarei ao teu encontro eternamente



Porque o meu amor é lindo


O teu olhar intenso  e doce


O teu riso melodia de encantamento


Eu amo o sol 


Amo o mar


Amo o teu cheiro  


O teu toque de veludo


Nas palmas da minha mão


Amo-te senhora do meu coração







Seg. 14-12-2009 - 15:55
 

sábado, 12 de dezembro de 2009

Tantas pedras no meu caminho!





Tantas pedras no meu caminho!

Mais uma vez escuridão

Aqui estou eu sozinho

Onde água fria me toca os pés

É aqui que grito pelo teu nome

Como chamo por ti

A minha mágoa é imensa que se esvai em sentimentos

Vertidos por ti

Se fosses invisível e me visses jamais me reconhecerias

Porque estou vergado sobre o meu frágil corpo

Irei gastar todas as minhas palavras, ficarei extenuado eu sei

Mesmo assim continuarei amar-te

Como calo esta dor que não se cala

Que teima em deitar-me por terra

Debilitado, ferido fica só o corpo

Não o meu amor

Quanto maior é a dor maior é o meu amor

Mas sinto-me morrer

Como me sinto.

sab-12-12-2009- 19:00

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Tu és a chave e o caminho!







 Tu és a chave e o caminho!



Não consigo deixar de voar

Exausto é certo mas jamais irei parar

Sinto ao longe o teu toque

O teu respirar

O teu olhar claro e límpido como água cristalina

Não quero voar sozinho

Tenho receio de me perder

Quero ser ave migratória

Tu és o caminho da mudança

Lago azul

Prado verde de esperança

Não temas voar

Só voando te libertarás

Serás livre

Nesse dia também tu migrarás

Rumo ao horizonte onde está o amor

Onde o iremos abraçar

Será só nosso e tu lhe darás um nome

Mar ou sol




sexta 11-2009 15:10

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

És sereia do meu mar!




És sereia do meu mar!



Fecho os olhos para te ver

Mas não posso dormir com medo da tua imagem perder

Sinto os poros do teu rosto na ponta dos meus dedos

Ah, olhos doces os teus, que enfeitiçam e enebriam a minha alma

Pele macia que envergonha o veludo

Como sinto o teu cheiro

A maresia é certo, porque és mar

Mar cheio de beleza infinita

Aroma doce e belo

És sereia do meu mar

Onde não terei medo de me perder

Mar quando chamas por mim

Leva-me nas tuas águas, sejam calmas ou tumultoosas

Como amo tanto este mar que também é sol

Meu amor!



sexta 11- 2009 - 00:31

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009




Sou uma folha de papel vazio quando não estás!


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Coração retalhado!



  

Coração retalhado!

Nasceu o dia mas continua escuro
Sinto o vazio da ausência
O temor de não te ter
Vou lutar contra esta escuridão
Que teima em retalhar o meu coração
Não és fantasia, não és ilusão
És amor, és paixão
Sinto os beijos num fluído sentido
Só nosso
Onde o nosso olhar se encontra e fala por nós
Ah, se eu pudesse abraçar o teu sorriso
Mas as minhas lágrimas teimam em cair sobre ti
Vem saciar esta vontade de te amar
Sente o bater do meu coração
Que sofre de amor pelo teu

domingo, 6 de dezembro de 2009

A nossa melodia!




A nossa melodia!



Escuta o teu coração, deixa que ele fale por mim

Vê o meu sorriso, não as minhas lágrimas

Escuta esta melodia, sente o meu amor

Minha vida, meu sol

Partiste ao fim do dia

Como ficou escuro

Volta meu amor

Minha vida, meu sol

Dá-me a tua mão

Só teremos chão e estrelas

Mas lançaremos sementes neste chão

Tão nosso

Minha vida, meu sol

Se te perderes encontrarás pegadas

De sangue deixadas pelas chagas dos meus pés

 Então encontrarás o amor

Não tenhas medo jamais terás frio

Minha vida, meu sol

Deixa-me amar-te

Quero que as minhas lágrimas sejam de alegria

Sente em cada acorde desta melodia o meu amor

Vê como és dona da minha vida

Minha vida, meu sol

Como dói tanto esta ausência

Como dói

Minha vida, meu sol

Minha princesa

Meu amor.

sábado, 5 de dezembro de 2009

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Amor!


Amor!

Amor, palavra tão pequena para definir um sentimento
Que me invade e transforma
Como dói amar tanto
Tanta dor associada ao amor
Ciume
Medo
Insegurança
Diferença no sentir
Mas a dor que mais faz sangrar é a mentira
Essa sim é uma dor constante
Mentira é um virus
Não ataca o amor
Mas a confiança sim
Dor que nos reduz e atira para a desilusão
Amar como dói
Quero amar sem mentiras
Sem medo
Quero amar simplesmente

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Quando terás tempo!
















Quando terás tempo!

Como eu queria dar-te o meu tempo
Como eu queria que corresses para mim para o agarrar
Como eu sou capaz de correr pelo teu tempo
Mas o teu tempo não tem tempo para o meu
Como eu queria que fosses capaz de dar
Um pouco do teu tempo ao meu
Para me ajudares a cicatrizar esta dor
Como eu queria acreditar que eras capaz pelo meu tempo correr
Aproveita-lo para me abraçar
O meu tempo é teu
Mas tenho que o passar junto ao mar sem o teu

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Sintonia que causa dor!



















Sintonia que causa dor!


Mais uma vez aqui
Junto ao mar
Deixo que ele sinta os meus pés
Eu sinto o sentir dele
Cai sobre mim uma chuva intensa
Chuva que se apodera de mim e me faz tremer
Sinto este sentir
Como eu queria que também tu me sentisses só a mim
Mas o teu sentir é resposta a outro sentir
Como eu me sinto tão minúsculo
Deixo marcas da minha presença
Aqui nesta areia molhada
Outras marcas seguem à minha frente
São gaivotas que me abrem o caminho
Porque estou cego e não consigo ver
Cego de amor é certo
Mais uma vez sinto esta sensação
De dor que teimam em fazer-me sentir
Isto sim é sentir
Sentir que não sonham o meu sonho
Sentir que as palavras podem significar alegria
Mas as mesmas palavras desilusão