segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Meu amor na tua mão!

Como gosto de ti!

Como sou frágil!

















Como sou frágil!

Só mesmo o mar me chama
E me diz salta para esta cama de espuma
Também eu chamo por ti
Mas tu não me respondes
Nem um sinal teu
Sinto-me perdido no meio do sonho
As vezes estás longe mas sinto-te
Outras tão perto mas tão distante
Sei que algo me corrói a alma
A ideia de não te encontrar destroça-me
De uma cama de oiro não ter para te oferecer
De mim só poderás ter um mar de estrelas
E o que já é teu
A minha vida

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Estou exausto deste tempo!



















Estou exausto deste tempo!


Os sinos da minha cidade marcam o meu tempo
Tempo que é teu mas não o tens
Sei que um dia o sino marcará o fim do meu tempo
Numa melodia em vaivém, sendo o refrão a palavra fim
Sinto o tempo correr mas não consigo acompanha-lo
Estou exausto deste tempo
Os dias estão negros chuvosos
Assim como a minha face
Tento agarrar-me ao sonho
Mas sinto os meus braços perderem força e vou cair
Ninguém vê esta hemorragia interna que sangra do meu coração
Quem me socorre se estou sozinho
Como era bom poder dormir e não acordar
Como queria encontrar o sol
Um dia adormecerei junto ao mar
Mas estarei atento todas as vezes que lá fores para me ver
Sentiras uma brisa no teu rosto
Será um beijo meu.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Como tremo!























Como tremo!

Como tremo de medo
Pensar que não pensas em mim
Como tremo só de imaginar
Que os beijos que seriam meus os dás a outro
Como tremo por dentro
Não sei que vestir para calar este frio
Como preciso de sentir o teu calor
Tocar o teu rosto, sentir o teu olhar
E perder-me no teu abraço
Como tremo e sinto as tuas dores
O antídoto para as minhas é o teu sorriso
Amar-te-ei sejas mar, estrela ou sol
Mas sei que morrerei amar-te
Seja de alegria
Ou de dor.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Sem o sonho não existirá dia!




















Sem o sonho não existirá dia!

A noite fluí como se o dia não existisse
Espessa, escura, como eu
Como quero acreditar que o dia virá após a noite
Que as duvidas se dissiparão como o nevoeiro que paira sobre mim
Mas é na noite que dou os meus passos
Livres para partir ou ficar
Quero partir mas ficarei na esperança de partir contigo
Rumo ao dia, ao sol
Estou cansado desta noite sem luar
Sem te poder ver, tu que és a minha estrela
Tu que te ris da lua porque ela não me consegue iluminar
Só tu o consegues
Estrela de brilho constante
Se um dia não me guiares ficarei às escuras
Mas partirei, então verás em cada estrela lágrimas vertidas
Por momentos sonhados
Sem o sonho não existirá dia
Só noite

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Um simples grão de areia!


















Um simples grão de areia!

Sinto-me um grão de areia
Neste areal imenso
Onde me calcam sem sentir
Sou um ser minúsculo nesta imensidão
Mas sinto cada calcadela
Que me deixam marcas profundas
Mas um dia irei mudar de areal
Mesmo que tenha que partir para o deserto
Estou cansado de ter tantos pés sobre mim
Se ao menos estas ondas me levassem
E me dessem um abraço
Mas quem me abraça?
Quem?
Se sou só um grão de areia.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Como dói a tua falta!

















Como dói a tua falta!

Como dói esta palavra saudade
Como sinto essa dor aqui tão presente
Como dói não saber de ti, nem te sentir
Como dói partir sem me despedir
Como dói esta dor calada cá dentro
Como dói este sentimento de nada ter
Como dói chegar ao fim do dia e tu não estás para me abraçar
Como dói não me chamares e dizeres meu amor
Como dói pensar que tudo é um sonho
Como dói um dia partir sem te levar comigo
Como dói a tua falta
Como dói

Tempo não me faltes!























Tempo não me faltes!



O meu sonho voa nas asas de um condor
És sonho, és senhora do meu tempo
És senhora de mim,
Tempo de nada ter e tudo sonhar
Tempo de viver mas querer morrer
Dou passos pelo meu tempo
Na ânsia de encontrar o teu
No meu tempo perco-me para te encontrar
Tempo não me faltes, preciso de ti
Sinto-me sem tempo para te encontrar
Neste tempo que nem sei onde estás
Tempo se me faltares ficarei sem tempo para viver
Porque sem tempo irei morrer
Sinto-me no rés-do-chão do tempo
Com frio porque tu és a minha roupa
Tempo não me faltes

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Eu dava tudo para te ter aqui!

Mesmo acorrentado vou-te encontrar!



















Mesmo acorrentado vou-te encontrar!

Vivo por ti, porque me fazes viver
Vivo a sonhar
Porque o sonho de amanhã será diferente
Quero sonhar muito e acordar abraçado ao meu sonho
Se escutares o mundo pela manhã
Escutarás o bater do meu coração
Chamando por ti
Viverei porque viver é um sonho
Cercado por um grande amor
Viverei por ti
Mesmo que me julguem
E condenem como um fora da lei
Percorrerei todos os trilhos que me levem a ti
Mesmo que só te encontre
Quando as minhas pernas já forem trémulas

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Estarei a tua espera em qualquer lugar!

Partes ao fim do dia!

















Partes ao fim do dia!



Sou dependente de ti
A tua voz acalma-me
Mas invade-me a saudade
Será doença esta dependência tão profunda
Que se entranha em mim um vazio
Quando não estás
Sinto um frio, que me percorre e se instala
Até tu chegares
Quero correr mas carrego sobre os ombros a distância
Queria ver o sol brilhar intensamente
Mas há nuvens que me perseguem
Tento mudar de rumo, mas o sol só brilha quando estás
E logo escurece e fica frio
Partes ao fim do dia
Sem mim
Uma chuva intensa de pequenas gotas salgadas
Abrem caminho sobre a minha face
Não sou cinzento
Mas as minhas noites sim
Quando sonho sinto o teu toque macio
Sinto-te mergulhar no meu abraço
Fica não partas
Serás ao mesmo tempo o meu Sun e Sea
Não me faças acordar deste sonho
Escreve comigo uma história de amor
Eu serei a tua, tu serás a minha
No final estaremos juntos ao mar de mãos dadas
Mostrando ao nosso amor
O pôr do sol

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Um dia serei teu!























Um dia serei teu!

A noite cai, mais um dia que passou
Quero perder-me nesta noite
Chuvosa e fria para disfarçar o que sinto
Mas dias muito mais frios virão
Tão frios que vou tremer
Como eu me sinto frágil
Regressará um dia o sol
E a minha noite se transformará
Mas terei que tremer tanto até lá
Como queria que esta chuva me leva-se
Se isso me ajudasse a encontrar-te
Para ser eu abraçar-te
Ter o teu sorriso só para mim
Retribuir os teus beijos
Ser o teu abrigo no final do dia
Mas dia após dia sei que te vou encontrar
Nem que seja no meu sonho

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Sonho de mel!
















Sonho de mel!


Deixo-me levar para longe,
Voo sobre esta planície que é o sonho,
O meu, o teu, o nosso,
Chamo por ti no alto da montanha,
O eco trás-me a tua voz,
Doce como mel,
Vejo-te de braços abertos,
Corro na tua direcção,
O teu brilho ilumina-me,
Mas eis que acordo,
A minha almofada está repleta de sentimentos,
Que brotaram do meu coração,
Por ti,
Meu amor.






sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O nosso amor será imortal!




Um dia gritarei um dia ao mundo

O quanto te adoro e amo

Nesse dia deixaras de ser um sonho

Nesse dia também eu me ajoelharei

Perante a tua beleza.






quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O que fazemos à nossa casa, ao nosso mundo.

Sem ti não faz sentido!

Amar-te eternamente!
























Amar-te eternamente!


Não quero acordar,
Quero dormir mais,
Para sonhar contigo,
Sonho com as tuas carícias, no meu rosto,
Com a tua voz dizendo bom dia,
Com o teu abraço,
Cheio de ternura e carinho,
Com esse olhar terno,
Que me enfeitiça,
Quero ver o teu dormir,
Sentir a felicidade no teu rosto,
Correr na direcção do amor e do mar,
Rir contigo,
Amar-te eternamente,
Quero ser a razão da tua felicidade,
Unir os nossos sonhos,
E viver o nosso amor,
Ligaremos as ruas que nos separam, até nós.






terça-feira, 10 de novembro de 2009


Mesmo que quebrem as pontes!


Ecoam acordes desta melodia
Tocada por amor no alto da montanha
Componho a letra com brados e suplicas
Será que ouves o bater do meu coração
Que se afoga em lágrimas vertidas
Por amor
Acompanho esta melodia chamando por ti

Mas há um rio que nos separa
Que só o amor unirá
Mesmo que quebrem as pontes
Eu vou te encontrar

Nesse dia o leito do rio baixará

Pois deixaremos de verter lágrimas

De mágoa e dor

Vencerá o nosso amor









segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Mais uma noite que chega!


Cai a noite percorro ruas desertas
Frias cobertas de água
Deixo-me levar sem rumo
Sinto-te tão ausente
Mando nesta corrente o meu amor
Para que te lembres de mim
Mesmo que deixes o meu amor escapar para o mar
Quero sorrir mas não consigo
Sorrir porquê
Se não faz sentido
Sem ti é noite
Mesmo estando sol
Mais uma noite que chega
Partiste sem chegar
Os teus passos não ouvi
Mas senti
Meu amor.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Se eu soubesse que me esperas no horizonte!



















Se eu soubesse que me esperas no horizonte!

Percorro ruas cobertas de breu,
Sinto a face salpicada por gotas de chuva,
Dou passos sem sentir por onde vou,
Os meus pensamentos vão sempre na tua direcção,
Queria levar os meus passos para onde vai o meu pensar,
Mas como sei o rumo a tomar?
Estarás tu adiante para me iluminar?
Se eu soubesse que me esperas no horizonte,
Junto ao sol,
Sobre o mar,
Se eu soubesse a distância a percorrer,
Para te encontrar,
Porque carrego comigo o meu amor para te oferecer,
Mas tenho medo que te escondas de mim.

Será sonho o amor?

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Não sou só mar!


















Não sou só mar!

Hoje não quero escrever o que sinto,
Há dias em que amar faz sangrar,
Mas o meu amar é assim,
Mas será sempre assim?
Terei que sofrer ainda mais só por sonhar,
Será real este sonho?
Ou serei um sonhador,
Não quero mudar a minha maneira de amar,
Mesmo que isso me faça curvar de dor,
Posso não ser como sonhas mas eu sou assim,
Não sou só mar,
Também sou areia fina, sensível, carente,
Com receios que me leves em ondas revoltas,
Mas sei que também és mar,
Não vou pedir que mudes se és assim.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Sei de cor cada lugar teu!

Numa praia qualquer!



















Numa praia qualquer!

Sirvo-me desta areia como leito,
Desta imensidão como casa,
Desta brisa que sopra e fala comigo,
Mando as gaivotas levar-te os meus beijos,
Sonho deitado de olhos abertos,
Com receio de adormecer e não te encontrar,
Porque demoras tanto em chegar,
Sei como és,
Mas não te vejo,
Conheço o teu sorriso,
Sem te ver sorrir,
Abraço-te e fazes do meu peito a tua almofada,
Fazes incidir sobre mim o teu calor,
Disfarçado em raios de sol,
Pela minha face correm gotas de sal,
Vertidas por amor.








segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Como eu sonho!

Mesmo que me perca!


















Mesmo que me perca!

Porque tenho esta mágoa,
Esta sensação de solidão,
Sentir a tua presença,
Mas a tua ausência faz-me verter lágrimas de saudade,
Porque tem que ser assim?
Serei eu diferente?
Será que amo demais?
Porque dói tanto este meu amar,
Com as mãos tapo a boca para manter em silêncio a minha presença,
Curvo-me sobre mim,
Percorro a minha memória numa procura constante de paz,
Quando a encontrarei não sei,
Um dia estarei junto ao mar,
Nesse dia partirei,
Mesmo que me perca mas te encontre,
Onde posso tocar as estrelas.

O meu mundo és tu!


















O meu mundo és tu!

Esfera de vida e sonhos,
Paixões, desilusões,
Mar, estrelas sol e chuva,
Gotas de orvalho,
Sorrisos, choro,
Alegria, abraços,
Amor, o meu,
O teu, o nosso,
Jardins de sonhos,
Poeiras, lavadas por lágrimas vertidas,
Mágoa, tanta,
Dor imensa, sofrida,
Ter-te sem te ter,
Tão perto, mas tão longe,
Este é o mundo, vivido,
Mas não é o meu mundo,
No meu mundo só existe amor,
Carinho, ternura, colo,
O meu mundo és tu,
Vem quero-te aqui!