sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Castelo dos sonhos!
























Castelo dos sonhos!


Sou um dependente do mar,
É nele que te vejo,
É nele que te sinto,
Acaricio as ondas como se fosse a tua face,
Deito-me nele como se fosse contigo,
Abraço-te no meu sonho,
Sinto as tuas carícias,
Os teus beijos molhados,
No sussurrar do mar ouço as tuas palavras,
Nas suas areias escrevo palavras para ti,
Neste mar um dia faremos castelos de areia para o nosso amor.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Basta um pouco de céu!





Basta um pouco de céu!



Para ser feliz basta ter-te,
E um pouco de céu.




quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

















Queria estar só,
Na escuridão verter a minha alma em lágrimas,
Sinto-me morrer por dentro,
No entanto trago um sorriso no rosto,
Para que não sintas a minha dor,
Sinto que me espetam o coração,
É a solidão a ausência a tua falta,
Como eu queria partir em busca de paz,
Vou molhar o meu rosto que arde de dor,
Mas também de ciume,
Só junto ao mar me encontro,
Mas queria perder-me,
Desculpa mar se aqui só deixo lágrimas e gritos,
Um dia virei aqui com o meu sonho,
Nesse dia irei chorar de alegria e não estas lágrimas de sangue.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Qual o rumo se tu não estás!






















Qual o rumo se tu não estás!


Como preciso de gritar,
Sinto-me impotente e o meu grito tenho que calar,
Como preciso de limpar os meus olhos que teimam em arder,
Quero um rumo tomar mas não sei se tu vais estar lá para ir comigo,
Se o mar me respondesse mas não o faz,
Como tenho medo de te perder e não te encontrar jamais,
Porque teimam estas lágrimas em querer cair,
Como eu queria partir rumo ao futuro,
Esquecer o passado,
Quero calar esta dor,
Mas como?
Se eu tivesse a certeza de não me perder,
Queria dar passos,
Pelo mar dentro entrar,
Encontrar a felicidade ver-me livre desta augustia,
Como preciso de gritar,
Mas nem tu me ouves,
Se sonhasses como precisei hoje de ti,
Só tu alivias este peso que não me deixa respirar.

A sonhar acordado!
























A sonhar acordado!

Com os meus sentidos,
A sentir-te.

No meu olfacto,
Guardo o teu cheiro.

A minha visão,
Guarda uma visão.

O meu tacto,
Sente o teu toque suave e macio.

A minha audição,
Guarda a melodia da tua voz.

Será sonho este sol que irradias,
Este calor que transmites.

Será sonho ou estarei louco,
Por sentir essa brisa que é o teu sorriso.

Será sonho querer afogar-me nas tuas ondas,
Quero dar a vida pelo meu sonho,
Que és tu.







sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Eles não sabem que o sonho existe!







Eles não sabem que o sonho existe!

O sonho comanda a vida,

A minha a tua.





Tudo e nada!
























Tudo e nada!

Será fantasia o amor?
Será fantasia o mundo com que sonho?

Será fantasia a felicidade?

Será fantasia o sorriso?

Será fantasia o querer sentir-te?

Será fantasia o que sinto?

Será fantasia querer o teu abraço?

Será fantasia sonhar e querer voar?
Será fantasia querer dar um grito e ser livre?
Será fantasia querer viver simplesmente?

Será fantasia este meu querer?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Existe em mim o sonho!























Existe em mim o sonho!

Queria deixar aqui sorrisos e gargalhadas,
Mas não consigo,
Como posso rir,
Se tremo de frio,
Queria correr de alegria,
Mas não consigo,
Quero guardar as minhas forças,
Para correr contigo,
Queria contigo na neve rebolar,
Não sentir frio mas sim o teu calor,
Queria passear à beira mar e não me perder,
Mas sozinho não consigo,
Queria perder-me nos teus braços,
Mas não consigo alcançar-te,
Existe em mim o sonho,
Que desejo sonhar contigo a meu lado,
O meu olhar procura-te no horizonte,
Quando te encontrar tudo será real.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Sinfonia sem refrão!




















Sinfonia sem refrão!

Deixa-te absorver pelos acordes do meu violino,
Ele que chora as minhas lágrimas,
Estou cansado das palavras,
Consoantes e vogais,
Sinfonia sem refrão,
Pauta em branco neste dia escuro,
Se eu pudesse,
Dissolver este peso que me asfixia,
Me balança e faz tombar,
Quem me ajuda a limpar este chão vermelho de dor,
Esta angustia de nada ter,
Nem a tua mão,
Mão que me segure porque estou ferido,
Sem ti não me consigo erguer,
Preenche tu esta pauta com allegros,
Então darei pulos de alegria,
E as minhas feridas cicatrizarão.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Onde estás?
















Onde estás?


Amor, sonho,
De mãos dadas abraçamos o mundo,
Nada mais importa,
Respirar eu preciso,
O teu amor chamou por mim,
Quero fugir, na tua direcção onde estás?
Compreendi que és tudo para mim,
Quantas vezes te sinto e procuro,
Por onde andas,
Simplesmente guia-me,
Quero viver caminhando a teu lado,
És sensibilidade mesmo ausente,
Tu és mais do que um momento,
Tão nosso,
E no cair da noite o meu mundo,
É a tua melodia sentida,
Se,
Aqui onde os sonhos se tocam,
Quero o teu sentir,
Em cada dia,
Vem ao meu encontro,
Queria te sentir ao meu lado,
Caminhando,
Acercaste de mim suavemente,
Porque és o meu sonho.

No teu murmurar construo um sonho!

















No teu murmurar construo um sonho!

Aqui estou eu, sozinho,
No rés-do-chão do mundo,
Corpo abandonado,
Nesta rua estreita que é a vida,
Nascente de incertezas,
Onde todas as noites chamo o teu nome,
Ergo os meus braços como lanças,
Apontadas ao céu,
Mas este não é o meu céu,
O meu céu és tu,
Onde brilhas incessantemente para mim,
O teu brilho é tão intenso que ofuscas o sol,
No teu murmurar constante construo um sonho,
O nosso, feito de sol, estrelas, flores e mar,
Onde o amanhã corre para nós,
E nos abraça,
Fruto do nosso amor.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

De mãos dadas abraçamos o mundo!


















De mãos dadas abraçamos o mundo!

Como era bom deixar aqui a saudade,
Fechar os olhos e ver-te,
Sentir o teu abraço,
Ouvir a tua voz,
Como era bom,
Sentir os teus beijos salgados,
Nas tuas ondas deixar-me levar,
Descobrir os teus segredos lentamente,
Abraçar-te sem nada dizer,
Mergulhar nas tuas profundezas,
E sonhar acordado,
De mãos dadas abraçamos o mundo,
O nosso,
Onde existe sol,
E mar.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O meu mar é um jardim!


















O meu mar é um jardim!

Se pudesse ver-te,
Apertar-te contra mim,
Sentir a tua face fresca,
Sentir os teus lábios nos meus,
Adorar esse olhar brilhante cor de avelã,
Os meus pensamentos seriam menos dolorosos,
À media que avanço por esta estrada sinuosa,
É breve a manhã do teu estar,
Sou um fugitivo da resignação,
Desta vida a preto e branco,
O solo é o meu leito,
Sinto na boca um roçar,
És tu disfarçada de borboleta,
Vagueio por caminhos que me levam sempre para o mar,
O meu mar é um jardim,
Onde tu irradias beleza e me aqueces,
Com os teus beijos,
Despejas sobre mim o cheiro do teu jardim.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Jangada frágil!


















Jangada frágil!

Esta nostalgia que me contagia o corpo,
Este sol que me faz querer ir ao teu encontro,
Estas lágrimas de sal vertidas por amor,
Sentimento que alastra e consome o coração,
Beijos os teus,
Antídoto que alivia esta dor constante,
Este tormento de procura incessante por sossego,
Aí mar que não me levas nas tormentas que carregas,
Sou uma jangada frágil neste mar revolto,
Quero um porto para ir,
Onde eu queria encontrar o meu sonho,
Irei um dia conhecer tuas águas profundas,
Repletas de mistério e paixão,
Não voltarei então a este gelo,
Ficarei em ti,
Para ti,
Mar.

Vento agreste!


















Vento agreste!

Encontrei-te e o dia raiou,
Partiste e a noite voltou,
Noite sem estrelas que me guiem,
Sopra um vento agreste,
Que me impede de seguir em frente,
Isolado neste ilha que é a vida,
Grito de boca fechada,
Jamais intenderiam este meu grito,
Um dia gritarei em busca de um novo rumo,
Incerto talvez,
Mas livre para gritar,
Percorro caminhos, distâncias,
Como desejo encontrar-te,
E contigo me perder,
Se não te encontrar por trilhos partirei,
Até que os meus passos parem,
Curvados pelo cansaço.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Voltaste!






















Voltaste!

Tenho sobre mim o mundo,
Estou coberto por um manto de estrelas,
A meus pés o mar,
Que teima em molhar os meus sentidos,
Estás deitada a meu lado,
Neste lapso de tempo,
Sinto um manto de finas gotas sobre mim,
Lágrimas vertidas por nuvens esquivas,
Como anseio que o tempo voe,
Finalmente é dia, com ele chega o teu aroma,
Essa presença que inalo e bebo como café da manhã,
Tanta dor, tanta saudade,
Basta a tua presença e o sol brilha,
Olhas para mim com olhar doce que me inebria e fascina,
Falas com o teu olhar,
Tremo de emoção, de coração transtornado,
Voltaste, mas porque não corres para mim?
Como eu queria sentir o teu abraço,
Olhar bem nos teus olhos e sem nada dizer,
Dizer-te tudo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Trilhos secretos!


















Trilhos secretos!

Trilhos secretos é certo,
Percorro esse labirinto de cor,
Conheço cada recanto teu,
Cada sombra,
Cada curva,
Sinto o meu respirar,
De receio talvez,
De percorrer esse trilho que é teu,
Sinto um arrepio,
Pela brisa que sopras no meu ouvido,
Murmurando,
Entra sou eu,
Não temas,
Na minha escuridão estarás seguro,
Sinto-te sem te tocar,
Toco-te sem te sentir,
Mas tocamo-nos,
Neste trilho secreto,
Cruzamos desejos e sonhos,
Sinto o teu abraço,
Despido de medo,
Embalas-me no teu sorriso de menina,
Cerca-me a tua presença constante,
Mas és um sonho.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Na ânsia de te encontrar!


















Na ânsia de te encontrar!

Tanto te disse, tanto te quero dizer,
As palavras que escrevo são minúsculas,
Palavras que confundem a minha boca,
E esta vontade louca de te ter, aqui.

Tantas palavras cristalinas procuro,
Procuro nelas escutar o som da tua voz,
Saciar nelas esta sede de nós,
E despirmo-nos deste calor atroz.

Tanto sentimento preso em mim,
A noite impera à espera do teu dia,
Até lá deito-me em sombras,
Na ânsia de te encontrar.

Todas as noites choro o teu nome,
Os meus soluços clamam por ti,
Este suor frio que me percorre e corrói,
Escorrendo até à alma.

Todos os dias me alimento de esperança,
De na tua boca me perder,
Pela tua face deslizar e te dizer,
Os teus olhos são o farol que me guiam na escuridão.

Todos os dias ouço a tua melodia,
Feita para nós, por nós,
Neste vaivém de sentimentos,
Onde encosto o meu coração ao teu.

Todos os dias estou aqui,
À espera dos teus passos,
Que me guiem por calmas águas e beijos doces
Abraços constantes junto a este mar onde te direi.

Meu amor.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Se eu pusesse!
















Se eu pusesse!

Queria gritar bem alto,
Dizer o que sinto,
Mas envergonharia o vento,
Essa brisa que teima,
Em te afagar o rosto.

Queria gritar bem alto,
Se tu me ouvisses,
Mas logo as nuvens,
Vertiriam suas lágrimas,
Num pranto constante.

Queira gritar bem alto,
Deste penhasco,
Avistar-te mesmo que no horizonte,
Então saltaria para os teus braços.

Queria gritar bem alto,
Fazer descer sobre ti,
Uma chuva de brilhantes estrelas,
Através de um cometa,
Levar-te o meu amor.

Queria sentir o teu calor,
Sentir a tua presença,
Os teus beijos,
O teu olhar terno,
O teu abraço,
O nosso amor.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A minha saudade de ti!




















A minha saudade de ti!

Não quero o meu amor,
Só para mim,
Não, não quero,
Quero que o meu amor,
Seja teu.

Não quero a saudade,
Mas é o que sinto de ti,
Não quero sentir dor,
Mas é o sinto por ti.

Não quero esta ausência,
Mas éla é constante,
Não quero este frio,
Mas deixaste-me sem o teu abrigo.

Não quero estar sozinho,
Mas teimas em não voltar,
Não queria esta noite,
Mas teimas em não brilhar.

Não queria estar aqui,
Mas junto a ti,
Não quero estar neste mar,
Mas quero estar aqui contigo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Partiste é Outono!


















Partiste é Outono!

O Outono chegou,
Paira sobre mim uma brisa tão forte,
As folhas voam em meu redor,
Em bailados doentios,
Quero abrigar-me,
Desta tempestade,
De Outono é certo,
Mas também deste incerto,
Que é o Outono,
Onde estás Primavera,
Quero abrigar-me na luz que irradias,
Os dias de Outono são frios sem ti,
Volta não ouves os meus gritos,
Eu sei,
Grito mas estou gelado,
Sem ti,
Volta depressa por favor,
Não quero sentir esta dor,
Aí Primavera,
Partiste e não me levaste,
Sem ti o meu coração fica em pedra,
Volta aquece-me,
Meu amor.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Amor és tu!












Amor és tu!


Amor é afeição, atracção, paixão,
E adorar-te e amar-te loucamente,
É sentir os teus beijos,
Mesmo não tos dando.

Amor é fechar os olhos,
Sentir o bater do teu coração,
Junto ao meu,
É olhar para ti e dizer amo-te.

Amor é uma dor imensa,
Só porque não estás,
Abraço-te no meu pensar em ti,
Amor é chorar e morrer por ti.

Amor quero dar-te,
Mas os teus passos,
Não encontram os meus,
Mesmo eu perseguindo os teus.

Amor é colo,
É carinho,
É ternura,
Amor és tu.

Amor onde estás?
Partiste,
Eu fiquei para trás,
Mas é aqui que me vais encontrar.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Há uma dor!























Há uma dor!

Aqui de olhos extasiados por te ver,
Colho os teus beijos,
Sem os sentir,
Quando em afagos te digo amo-te.

Ah se eu pudesse,
Atravessaria oceanos,
Para te puder abraçar,
Então uniria os teus lábios aos meus.

Sonhar contigo e não te sentir,
E tu porque te deitas,
Na cama de um outro alguém,
Mata-me esse teu deitar.

Há amor no meu sonho,
Há sonho no meu amor,
Há desejo, há ternura,
Há uma dor de sonhar contigo,
Até o dia nascer.

Este amor novo que me queima,
Num corpo cansado pelo tempo,
Ah se eu pudesse,
Correria para ti, agora,
Aqui onde a tua ausência é constante.

Enigmático é o amor,
Como o sabor da tua boca,
Mas o brilho intenso do teu olhar diz-me,
Como é bom eu te amar.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Reviver a saudade!



















Reviver a saudade!


Revivi todos os momentos,
Que passamos sem passar,
Revivi o tempo que passamos lado a lado,
Sem passarmos.

Revivi a saudade,
Que já sinto de ti,
Revivo a tua voz,
E não te ouço.

Revivi o tempo ido,
Na esperança do tempo futuro,
Revivo o teu abraço,
Mas não te sinto.

Revivi a solidão deste agora,
Na certeza de te encontrar,
Mais tarde,
E não te perder jamais.

Revivo e o tempo chora,
Incessantemente,
Porque partes com outro rumo,
Que não é o meu.

Revivo o meu interior,
Que se agita de dor,
Até as lágrimas tenho que chorar,
Calado.

Reviver o passado,
Para nele te encontrar,
E nas tuas palavras me afugar,
Meu amor.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Era tarde muito tarde!























Era tarde muito tarde!

Era tarde muito tarde,
Tão tarde que a minha vida era escura,
Eis então que apareces,
Entras devagarinho na minha alma,
E a noite passa a ser linda, fresca, única,
O céu muda de cinzento para azul,
As estrelas vencem as nuvens,
O sol vence a noite finalmente,
No entanto ainda existe tristeza,
A ausência paira sobre mim,
Serão tempos de choro os da tua ausência,
Então voltará a escuridão,
E a chuva de lágrimas fará alarde,
Até que voltes novamente,
Ah! se eu pudesse,
Ornamentar a minha vida,
Com a estrela que és tu,
Então nossos lábios se uniriam,
E o nosso amor,
Amor faria.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Metade de mim!


















Metade de mim!



Onde estás tu?
Metade de mim.

Onde estás tu?
Que povoas os meus sonhos.

Onde estás tu?
Meu sonho maravilhoso.

Onde estás tu?
Que me incendeias com a saudade.

Onde estás tu?
Que te abraço no vazio.

Onde estás tu?
Melodia na noite fria.

Onde estás tu?
Que me afagas e não te sinto.

Onde estás tu?
Que teimas em estar ausente.

Onde estás tu?
Que só te quero te amar.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O teu jeito!























O teu jeito!


Basta uma palavra tua,
E ouço a tua voz,
O teu jeito,
O balançar do teu corpo.

Basta um olhar,
E vejo o fundo do teu coração,
Tu vês o meu,
Sentes o meu suspiro?
Eu sinto o teu.

Basta estares que eu sinto quando,
O teu estar faz pulsar o meu coração,
Sinto um calor no meu peito,
Do teu.

Menina!
























Menina!

Olhar penetrante,
Sorriso contagiante,
Voz de menina doce, suave, meiga,
Com o seu olhar descobre segredos,
Com o sorriso ilumina o meu coração,
Vida com passado como tantos,
Mas com presente,
O passado já vai distante,
Menina linda, anjo deslumbrante,
Estou aqui agora neste instante,
Serei o teu futuro,
Se não tiveres receio do presente,
Corres em busca de afecto,
Eu preciso do teu carinho,
Sonho com a tua presença,
Serei o teu sonho,
Se quiseres ser o meu.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Vai nevar na minha vida!



















Vai nevar na minha vida!

Vem aí o Inverno,
Tanto frio vou sentir sem o teu calor,
Tanta chuva vai cair dos meus olhos,
Por não te ver,
Vai nevar na minha vida,
Dias gelados serão,
Sem a tua presença,
Inverno,
Como vou aguentar este frio?
Sinto-me perdido,
No meio desta chuva intensa,
Que é a tua ausência,
Quando voltares será primavera,
Até lá serão dias de escuridão,
Volta depressa porque me sinto a tremer.

sábado, 19 de setembro de 2009

Dói!























Dói!

Dói imenso esta dor,
Dói sentir as tuas lágrimas,
Dói este meu grito, intenso que me corrói,
Dói saber que és real, mas também um sonho,
Dói rir para ti, e no entanto estar a morrer por dentro,
Dói remecher nas palavras em busca da palavra mágica,
Dói profundamente sentir os acordes que dedilhas para mim,
Dói este amor intenso à tua espera,
Dói saber que quando chegares será tarde e terei partido,
Dói não saber se um dia me encontrarás.