segunda-feira, 29 de junho de 2009

Ao meu encontro vem quem não conheço!


















Junto ao mar
é onde me encontro,
luto por esquecer
do que me queria lembrar.

Ao meu encontro
vem quem não conheço,
mas quem eu adoro,
vem quem nunca vi,
mas que eu sinto dentro
do meu peito.

Estás tão longe,
mas consigo tocar-te,
com a tua mão
indicas-me o caminho,
com a tua protecção
livras-me do perigo.

Vidas cruzadas,
na estrada da vida,
histórias de quem só quis amar,
mas morre com a despedida.

Ofereces-me o teu ombro,
em troca dou-te a minha amizade,
por cada palavra tua,
um bocadinho de nada
que é o meu coração.

És real, estás aqui,
tão perto de mim
que sinto o teu respirar,
porque fecho os meus olhos
e consigo abraçar-te.

Tens-me aqui,
ao alcance de um sorriso,
tão perto que consigo
dizer-te OBRIGADO

sexta-feira, 26 de junho de 2009























Sigo a minha sombra!



Sigo a minha sombra,
Fujo do meu medo,
O meu coração dói tanto,
No entanto encontro uma luz,
A tua luz.

A luz de um anjo,
Luz que aquece, a minha alma,
Fazes da minha noite
O mais lindo dia de primavera.

És história de encantar,
Olhinhos fazes brilhar,
A tua presença,
Sem presença.

A tua voz sem te ouvir,
O teu abraço sem te sentir,
Iluminas os meus passos,
Levas-me para longe do abismo.

O teu toque é suave,
Macio como o veludo,
Tuas palavras,
aconchegam como a lã

Tu és luz,
És sorriso,
És ternura,
És doçura.

Tu és o meu anjo.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Nos meus pés estão as marcas


















Nos meus pés estão as marcas das minhas palavras!


Vou partir,
Mas não me vou render,
Mesmo que a minha vida
Seja um lamento

Há tanto por falar,
As coisas que não disse,
E quis dizer,
Queria poder soltar as palavras,
Sem fronteiras,
Mas fazes das minhas palavras,
Tuas prisioneiras

Palavras que já não consigo dizer,
mas os meus olhos trazem escrito,
tudo aquilo que sinto,
nos meus pés estão as marcas
das minhas palavras.

Amanhece!


















Amanhece!

Amanhece, nasce o sol,
Com os seus raios de mel,
Estou só, no entanto,
Tantos seres se interrogam.

Porque está ele aqui?
Porque escreve palavras
Na areia molhada da nossa casa?
Porque teima em verter lágrimas
De sangue no nosso leito.

Vergo-me,
Perante o silêncio e a saudade,
Dentro do meu silêncio,
Ouço o teu murmurar.

Sinto a falta do teu cheiro,
Do olhar que me enfeitiçou,
Nas sombras vejo o teu sorriso,
Confesso diante da minha mágoa
O teu olhar tocou-me e despiu-me
E deixou o meu coração sem defesas

A intensidade do teu olhar,
Tocou a minha alma,
Quis tocar a tua também,
Nesse momento, quis ser o teu mundo

Rasgaste-me por dentro,
Fizeste-me perder o chão,
Quase morri pelo teu amor.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Caminho sobre espinhos!
























Caminho sobre espinhos!

Passos lentos
sem rumo mas,
à tua procura,
quem és tu criatura
que me faz sofrer

Alojaste no meu coração
tomas conta dos meus pensamentos
comandas os meus passos
sinto-te e não te encontro.

Percorro estradas sem fim
agrestes que me fazem
procurar planícies suaves
mas só encontro os teus espinhos
que teimas em espalhar por onde passo.

Conheço o teu sorriso
mas também a tua dor
sinto o teu aroma
entranhado no meu corpo

A minha fuga é para
te encontrar, e no entanto
só encontro saudade, mágoa, solidão.

Se um dia tiveres coragem
sabes onde estou
junto ao mar, de olhos fechados,
mas a ver-te, corro para ti,
de braços abertos,
mesmo que sejas uma ilusão.

Procuro na imensidão!
























Procuro na imensidão!


Procuro na imensidão curta do tempo
A razão de permanecer aqui
Transporto-me para o passado.

Ergo-me das areias do que fui
Varrido pela brisa fervorosa
Desloco-me ao teu encontro.

Parto, chego ao entroncamento
Vacilo…por onde vou?
O meu olhar distancia-se no horizonte
Contemplo a planície à tua procura
mas tu escondeste com medo do que sentes.

Sou simplesmente aquilo que sou
Não sou imaginário,
sou real por isso sofro
Reprimo o meu sofrer
Porque sinto dor.

A saudade esvai-se
Como um rio que corre
No trilho de um novo sentir

Respiro o ar que me agita
Incendiando este fogo de te ter
Numa continuidade da paz descoberta
Nesta vida sedenta de viver
Por ti.

Eu um simples mortal!




















Eu um simples mortal!


Eu um simples mortal
Quero olhar e ver-te,
sentir-te bem fundo no meu peito.

Olhar nos teus olhos de mel
Ver de perto as rugazinhas,
quando tu docemente sorris.

Ver o brilho de felicidade neles retidos
Ver a beleza contida nesse olhar
Ver a construção de um poema meu.

Ver o que vês na poesia que eu esculpo
Quero olhar e ver-te, sentir-te,
Tocar-te, abraçar-te, beijar-te.

Quero sentir, o teu olhar
até ao dia que te vou abraçar
sentir o teu corpo pleno, no meu
deixar tagarelar o meu coração
acariciar os teus cabelos sedosos
murmurar-te ao ouvido
por favor, leva-me contigo
mesmo que não me queiras ver.

Deixa-me dar a minha vida
por ti, quero, preciso de ti.

Não te encontrei!























Não te encontrei!


Quantas vezes, contemplei o mar
Perdendo-me no horizonte
Mas não te encontrei.

Quantas vezes, aguardei
Que viesses amainar
A saudade, que me mata.

Quantas vezes, almejei ser alga
Sentir a carícia das ondas
E mergulhar no afago do teu carinho.

Quantas vezes… permaneci
Sentado na margem da vida
à tua espera,
Não senti o tempo passar
Mas senti o meu pranto resvalar
Beijando lágrimas salgadas
Vertidas por ti

Quantas vezes, ansiei o teu sorriso
Afagando a minha face dorida
Pela dor da tua ausência

Quantas vezes, o meu coração parou
Cansado, atordoado, perdido…
Palpitando somente,
Cada momento sem ti
Dilacera o meu corpo

Quantas vezes, desejei loucamente
Procurar-te por ai…
Embora sabendo onde estas

Quantas vezes, ambicionei ser anjo
Apertar-te no calor do meu corpo
E transformar os teus pesadelos
Em sonhos perfumados e de beijos

Quantas vezes desejei
E acreditei
Que o destino te trouxesse
Por fim, até mim.

Vem como eu preciso de ti!

O meu rosto!













O meu rosto!


Encaro-me, frente a frente
Vislumbro um olhar triste
Que deixa deslizar suavemente
Um veio de lágrimas
Límpidas e puras
Brotando impetuosamente
Do interior da minha alma.

Sulcando o meu rosto perfumado
Pela tua fragrância que deixaste
com os teus beijos.

De alma magoada
Lágrimas que não consigo reter
Desabrocham docemente, silenciosas
Carregadas de saudade, ternura, e destino.

O meu rosto sereno
deixa-se trespassar
os meus lábios sorvem
o agridoce da ternura que és tu.

A minha alma absorve o destino cinzelado
duro, áspero, doloroso, que é amar-te
Os meus olhos marejados reflectem
O sentir e o querer da minha alma.

Mas sou um ser
com o corpo fatigado
Pelo Outono da vida…

Se um dia ressuscitar
quero estar ao teu lado
para começar de novo
o amor que não vivi.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Emoções!
























Emoções!

Silencia a tua alma e ouvirás teu coração.
Silencia os teus ouvidos, e ouvirás os teus verdadeiros pensamentos.
Silencia a tua boca, e ouvirás o que teêm dito as tuas atitudes.
Silencia as tuas mãos, e ouvirás as tuas verdadeiras emoções.
Silencia o teu desânimo, e ouvirás o som da alegria.
Silencia a tua realidade, e ouve o que dizem os teus sonhos.
Silencia o teu orgulho, e ouvirás a tua paz.
Silencia o teu ódio e ouvirás o que te diz o amor.
Silencia o teu cepticismo, e ouve a tua paixão.
Silencia a tua solidão, e ouvirás o som das pessoas que te amam.
Silencia a tua incredulidade e ouvirás a tua fé.
Silencia a tua preguiça, e ouvirás falar de teu sucesso.
Silencia a tua ignorância e saberás o que te diz a sabedoria.
Silencia o teu vício, e viverás feliz.
Silencia os teus olhos, e sentirás o meu abraço de afecto.
Mas nunca silencies o teu sorriso, nem a esperança, porque preciso deles.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Roubo-te beijos!























Roubo-te beijos!


Escuto o teu dormir
Nas madrugadas silenciosas
Que me ferem a alma de saudades.
Roubo-te beijos em sonhos
E guardo-os, como tesouros,
Por trás do luar
Com que me visto para ti.
Não me vês...
Mas estou aqui,
E sinto cada gesto
Como se fosse meu.
Sei o gosto dos teus beijos
Que nunca me darás,
E sinto o teu abraço
Que me tira da solidão
Por breves instantes...
Sei que é amor,
Sem desejos secretos
Para além de te amar,
Sem mentiras nem esconderijos,
Sem loucas demências,
Sem ti...
Que faço eu sem ti?

Breve é o sonho!























Breve é o sonho
Em que me junto a ti
E assim ficamos unidos,
No espaço infinito da razão
Que nos cobre de estrelas cadentes
E risos inocentes, cansados da solidão
Como a voz do poema.

Breves instantes de ilusão
Em que o acordar é claro e límpido
Sem a tua presença por perto,
Sem o teu cheiro que mesmo assim
se me entranha na pele
e me esgota a consciência e o sonho.

Amar-te é causa e efeito,
Propósito sem intenção,
Meu rumo e destino
é sofrer, calar esta dor,
engolir em seco esta mágoa.

O silêncio mata-me,
E grita no meu peito que arde,
Nas veias que pulsam,
Levando a vida ao coração.

Não peças palavras
Lê-me o olhar!
Pois as minhas lágrimas,
expressam sentimentos
que falam por mim quando
as palavras cessam.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Será por amor!



















Será por amor!
Que me deixas só de mãos vazias,
Será por amar tanto que sou castigado,
Sobre o meu peito uma dor que não consigo descrever
Num gesto desesperado quero saltar para o abismo,
Porque não vens amor?,
Encher os meus dias
Com os teus beijos
Cicatrizar as minhas mágoas
Envolver-me com o teu doce encanto?

Porque persiste em mim
Esta agonia...
E no meu peito este meu choro,
Este meu pranto ?...

Cada dia que passa
É mais um dia,
Que a morte lentamente
Me consome, e corrói.

domingo, 12 de abril de 2009

Ninguém quer saber


















Ninguém quer saber

Estou sózinho
Ninguém quer saber
o meu amor anda por ai
a sorrir talvez
mas eu tenho as minhas lágrimas
os meus gritos,
os meus momentos de tanta dor
quem sabe como isto vai parar
esta ausência que me mata
a cada segundo que passa
estou aqui porque estou só
só tenho a minha amargura
e uma sensação de nada ter
nem uma palavra tua

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Lágrimas























Lágrimas

Queria aqui deixar o que sinto,
mas não consigo,
as minhas lágrimas lavam
todas as minhas palavras,
como faço para aliviar
todo este peso,
causado pela ausência
de quem se ama,
meu amor, minha vida,
minha dor constante.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Foste tudo

























Foste tudo


Foste tudo o que sonhei...

Foste o nada que recebi,

Foste palavras que que te disse,

Foste mentira que neguei aceitar;

Foste o carinho que tanto desejei,

Foste a ilusão, que sonhei,

Foste a paz que queria receber,

Foste a dor e a mágoa constante,

Foste o sonho que queria transformar em realidade,

Foste a fantasia que me disses-te para não viver,

Foste a metade que desejava partilhar,

Foste puro egoísmo e mesmo assim aceitei;

Foste para mim a chama da esperança,

Foste na verdade a minha dor,

Foste tudo e nada, conseguiste em mim deixar marcas,

Foste a pior forma de sentimento, amargura.

Foste e és o meu sofrimento.

Mas mesmo assim amo-te tanto!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Desilusão



















Desilusão

Não estou triste,
não estou feliz,
simplesmente não sinto nada,
porque tu não estas,
o meu coração esta de luto

Hoje o que digo,
pode não fazer sentido,
apenas penso comigo,
onde esta o meu amor?
está desaparecido.

Desanimo,
mas a vida continua,
lembro-me de ti como uma flor
com esta paixão descobri
vários dons, como fazer poesia
e sonhar musicas em vários tons.

Não precisas de te preocupar,
só não consigo respirar,
sobre o meu peito pousam
toneladas de mágoa,
e uma ausência
que me arrasta até à lama

Ah coração, não sei o que dizer,
se o meu desejo se vai realizar,
so te posso garantir,
que um dia vais parar.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Preciso de gritar

















Preciso de gritar

Preciso de gritar,
e ninguém me ouve,
quando falo, não é só por falar
existe um motivo.

Existe por trás um grito,
existe uma súplica no ar,
os meus pensamentos
não surgem do nada,
estão cá dentro,
numa agonia tamanha.

Preciso de gritar,
antes de ferir alguém,
de magoar,
quando a dor é grande,
começamos a delirar,
e no entanto até tu
me vais abandonar.

Preciso de gritar,
porque sou humano,
não consigo mais
suportar,
PRECISO DE GRITAR
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Vazio








Vazio

Solidão,
não é a falta de gente para conversar,
namorar, passear ou fazer amor...
Isso é carência.

Solidão,
não é o sentimento,
que experimento pela ausência
de entes queridos que não voltam mais
Isso é saudade.

Solidão
não é o retiro voluntário
que me imponho, às vezes,
para realinhar os pensamentos...
isto é equilíbrio.

Solidão,
não é a clausura involuntária
que o destino me impõe compulsivamente
para que reveja a minha vida...
Isso é um princípio da natureza.

Solidão,
não é o vazio de gente a meu lado.....
Isso é circunstância.

Solidão,
é muito mais do que isso.
Solidão é quando me perco de mim mesmo
e procuro em vão pela minha alma e não a encontro.

Solidão,
é saber que o meu coração
chora porque te perdi,
e nunca mais te vou encontrar
isso será amor ou a certeza do vazio.

terça-feira, 31 de março de 2009

Tempo de penitência



















Tempo de penitência


Tenho uma dor na pele,
Tenho uma dor que me abre
E não me deixa ser impermeável.
Tenho uma dor bem funda
Que me passa da pele à carne,
Tenho uma dor tão profunda
Que me chega ao coração.

Tenho uma dor na alma,
Tenho um a dor na calma
Que não me deixa sossegado
Tenho uma dor sem tamanho
Que se afunda no que eu sou
Como um intruso no meu corpo
Que nem sequer disse que entrou.

Tenho um dor na consciência
Porque não consegue libertar-se
Porque a dor é profunda
Tenho uma dor só por amar
Tenho uma dor que só tu podes cicatrizar.

Tenho uma dor,
Quando alguém conseguir,
Senti-la nas minhas palavras,
Compreendera a dor que se sente
Na escuridão, que cai sobre mim.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Será ilusão?


















Será ilusão?

Poderei um dia percorrer
longas distâncias
procurando algo no vazio

Poderei em certas alturas
até me arrepender
poderei com certas ausências
vir a sofrer

Mas de uma coisa tenho a certeza
jamais vou encontrar alguém como tu
alguém que me acalma
que me acaricia o rosto
alguém que me ouve quando estou triste
que me anima mesmo estando longe

Alguém que sem querer foi entrando
no meu peito e na minha vida
alguém que não consigo deixar de amar

Alguém de quem sinto falta
alguém especial
alguém por quem eu quero lutar
talvez um dia os momentos
vividos a sós não sejam momentos
possam ser recordações

Esse alguém és tu
sim tu, por quem sofro,
mas que vou amar eternamente.

quarta-feira, 25 de março de 2009

É
















É

É na madrugada que a dor é mais forte
dói a saudade, e a certeza de não te ter
dói imaginar que vais partir
e que nesses dias vais sorrir

É na madrugada
que a saudade me acorda
de olhos fechados vejo
com quem estas
a minha revolta é imensa

É na madrugada
que imagino a tua partida
alegre, sorridente,
sinto-me impotente
só de imaginar

É na madrugada que penso
se não será uma ilusão,
sonhar com o impossível
mas será ilusão, sonhar com o amor?

É na madrugada
que me vejo sózinho
a vaguear junto ao mar
para não ver a realidade

É na madrugada
que me convenço
que estou sozinho
e um dia vais dizer-me adeus

É na madrugada
que penso
como é possível
amar-te tanto

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ser poeta


















Ser poeta

Ser poeta não é,
escrever sem sentido,
ser poeta é escrever,
o que nos vai na alma,
através das palavras
fazer passar a dor, o amor
é gritar bem alto,
berrar talvez,
e no entanto ninguém
ouve os meus gritos,
ninguém me vê chorar,
quem quer saber do meu pranto,
e quem lê estas palavras
como me imagina?
estarei a rir ou a chorar
basta pensar, não é preciso adivinhar

Ser pai



















Ser pai

Ser pai não é só um acto de procriar
pai é amar, mas também é sofrer
é sonhar, é ver-te crescer
é acompanhar quando ainda estas no ventre

Ser pai é dividir emoções
multiplicar afeições
incentivar, apoiar, vibrar, chorar

Ser pai é saber orientar
saber dialogar
é ser herói, bandido, policia
é ser amigo o tempo inteiro

Ser pai é saber repreender
ensinar amar sem preconceitos
é caminhar a teu lado, dar colo
e dizer que bom é ser teu pai

Ser pai é ensinar
que bom é termos uma mãe

quinta-feira, 19 de março de 2009

Sol de primavera




















Sol de primavera

Rostos diversos na multidão
sou apenas mais um a caminhar
talvez me faltem palavras para
descrever o meu amor

Muitos não sabem quem sou
como me sinto, se estou feliz ou triste
mas basta ver o meu olhar a tua procura

Finalmente encontrei-te
agora somos mais dois na multidão
minha Eva, com a maçã
contigo não descobri só o gosto bom do pecado
descobri o amor a teu lado

Vieste trazer alegria
ao meu coração
os teus olhos irradiam amor
sentimento eterno
que contigo quero viver

Ouço o teu suspiro
é bom saber que estas perto
és o meu destino
encontrei o meu rumo
tens-me aqui
não estas sozinha no mundo

quarta-feira, 18 de março de 2009

Primavera























Primavera

Março tempo de alegria
tempo de primavera
os passarinhos vivem felizes
tudo cresce tudo floresce

Março tempo de amar
tempo de uma semente lançar
que essa semente floresça e cresça
semente fruto de amor

É primavera
porque tu és o sol
é primavera
porque tu alimentas a semente
que floresce e cresce

Tu és a minha primavera
o meu sol, juntos
vamos fazer crescer
o nosso amor

terça-feira, 17 de março de 2009

segunda-feira, 16 de março de 2009

Colo






















Colo

A tua voz é um calmante
para o meu coração
sofro por não te ver
por perder os teus gestos
o teu dormir no meu colo

Imagino a tua fala
que o meu sorriso embala
a tua alma tão calma
límpida como o meu amor

Sofro por perder
cada dia que passa
os dias sem a tua presença
são meses, cada minuto
são como agulhas que atormentam
o meu pensamento

Ouço a tua voz
tremo de emoção
o coração dispara de contentamento
mas logo a tristeza volta
pela ausência do teu leve murmurar
AMO-TE

A tua voz é manto de seda
nela o sol se reflecte
os meus lábios ficam trémulos
imagino o ritmo do nosso beijo

O meu coração vive
num deserto árido
só tu podes regar
a minha vida de tenrinhos ramos

Só a tua voz me acalma
mas a tua ausência faz doer
origina pensamentos dolorosos
que me fazem gritar

quinta-feira, 12 de março de 2009

Felicidade

Felicidade

Felicidade é todos
os dias ver o amanhecer
é ouvir o canto dos pássaros
ver o sol clarear no horizonte
mas para mim felicidade
é poder sonhar contigo
ter o coração a saltar
dentro do peito por ti
é poder dizer-te
o quanto me fazes sonhar
mas felicidade é sentir
que és feliz quando estamos
aqui bem perto
quando me fazes chorar
com todo o teu carinho
felicidade é gostar
de ti como eu gosto

No silencio


No silencio


No silêncio, procuro por ti
as palavras flutuam
até te encontrar
quero o teu sabor, doce
que me dá alegria
quero ver o brilho
dos meus olhos, nos teus olhos

Percorres os meus sonhos
encontro o brilho no teu olhar
pronuncio o teu nome, sem parar
nos meus poemas clamo
tudo o que sinto, com humildade
nesta magia que és tu

Fecho os olhos, sinto a tua pele
navego neste mar que é o teu carinho
nos meus sonhos, não há distância entre nós
o tempo pára quando aqui estás
da tua boca saem palavras de mel
congelas as horas e o mundo pára

No meu espaço ,espero por ti
tu és certeza de um amanhecer tranquilo
em que a manhã dita palavras de alegria
acordo e anseio pelo teu abraço
abraça-me abraça-me abraça-me

Nestas palavras que escrevo
grito e pergunto ao vento
onde estás, que me fazes falta
enquanto as esquinas se riem
mas tu já fazes parte de mim

adoro-te