As noites eram apressadas desejando que o dia fosse lento floresceram rosas no teu peito quando perdi a mordaça mas morri de desalento porque o sonho era quase nada é tempo de recolher à noite e cerrar os dentes sorrindo
Não sei se seguiu o meu comentário. Dizia que ia ver os vídeos. Agradecia a sua visita a um dos meus blogues. E que voltaria sempre que possa. Bj. Irene Alves
Não sei se seguiu o meu comentário.
ResponderEliminarDizia que ia ver os vídeos.
Agradecia a sua visita a um dos meus blogues.
E que voltaria sempre que possa.
Bj.
Irene Alves