terça-feira, 3 de novembro de 2009

Numa praia qualquer!



















Numa praia qualquer!

Sirvo-me desta areia como leito,
Desta imensidão como casa,
Desta brisa que sopra e fala comigo,
Mando as gaivotas levar-te os meus beijos,
Sonho deitado de olhos abertos,
Com receio de adormecer e não te encontrar,
Porque demoras tanto em chegar,
Sei como és,
Mas não te vejo,
Conheço o teu sorriso,
Sem te ver sorrir,
Abraço-te e fazes do meu peito a tua almofada,
Fazes incidir sobre mim o teu calor,
Disfarçado em raios de sol,
Pela minha face correm gotas de sal,
Vertidas por amor.








Sem comentários:

Publicar um comentário