segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Mesmo que me perca!


















Mesmo que me perca!

Porque tenho esta mágoa,
Esta sensação de solidão,
Sentir a tua presença,
Mas a tua ausência faz-me verter lágrimas de saudade,
Porque tem que ser assim?
Serei eu diferente?
Será que amo demais?
Porque dói tanto este meu amar,
Com as mãos tapo a boca para manter em silêncio a minha presença,
Curvo-me sobre mim,
Percorro a minha memória numa procura constante de paz,
Quando a encontrarei não sei,
Um dia estarei junto ao mar,
Nesse dia partirei,
Mesmo que me perca mas te encontre,
Onde posso tocar as estrelas.

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