
Como tremo!
Como tremo de medo
Pensar que não pensas em mim
Como tremo só de imaginar
Que os beijos que seriam meus os dás a outro
Como tremo por dentro
Não sei que vestir para calar este frio
Como preciso de sentir o teu calor
Tocar o teu rosto, sentir o teu olhar
E perder-me no teu abraço
Como tremo e sinto as tuas dores
O antídoto para as minhas é o teu sorriso
Amar-te-ei sejas mar, estrela ou sol
Mas sei que morrerei amar-te
Seja de alegria
Ou de dor.


O SILÊNCIO DA EXISTÊNCIA dá-lhe as boas vindas e agredece imenso o seu comentário. Tal permitiu que viesse até ao seu cantinho ler e devorar poesia.
ResponderEliminarEra tão bom que as coisas fossem como tanto desejamos, mas, também, se assim fosse tão fácil perdia a piada de sermos únicos e diferentes daquilo que o destino teima em mudar!
Eu tremo de medo, cada vez que espero por esse alguém que teima em não chegar.