segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Recebe este ramo!























Recebe este ramo!


Corres livremente,
No meu coração,
Entraste devagarinho,
Eu deixei,
Porque preciso de ti.

Tenho um nó na garganta,
Parto à procura de palavras,
Não sinto o meu corpo,
Neste presídio calado.

Abriste com lentidão,
O meu coração,
Começaste a lêr-me os segredos,
Que guardo cá dentro,
Segredos que não quero ter para ti.

Os teus dedos, folheam os meus sentidos,
Fica no ar o teu aroma, que me enfeitiça,
O teu respirar arrepia o meu corpo,
Apaixonado, embalo-te nos teus e nos meus sonhos.

Libertas o meu sonho, da insegurança,
Agora sou feliz, porque tomas conta de mim,
Mesmo dormindo nos meus braços,
Sorris enquanto te acaricio e digo meu amor.

Recebe este ramo,
Singelo, simples, como nós,
Nele embrulho o meu coração,
Para ti.

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